Germânio: não se sabe ao certo qual deve ser a dose diária a ser ingerida dessa substância, mas o G – 132 orgânico de Asai mostrou-se não tóxico mesmo com ingestões de até 10 gramas diárias e por vários meses.
Iodo: O iodo entra no organismo humano na quantidade de 20 a 50 mg distribuídos da seguinte forma: 50% nos músculos, 20% na tiróide, 10% na pele, 6% no esqueleto, e o restante nos diversos líquidos e órgãos do corpo.
Ingerido com os alimentos, é absorvido, no intestino, como iodeto que, na tireóide, é utilizado para formar a iodotireoglobulina, que é usada para a secreção do hormônio tireóideo e, assim, o metabolismo do iodo está intimamente ligado ao bom funcionamento da tireóide.
Através do hormônio produzido pela tireóide, o iodo tem as seguintes funções no organismo humano:
- estimula o crescimento;
- excita o sistema nervoso vegetativo;
- melhora o nível da inteligência;
- aumenta a oxidação (queima) dos alimentos;
- regula a produção de calor orgânico;
- estimula a motilidade (capacidade de mover-se espontaneamente) gástrica;
- influencia a absorção intestinal.
Alguns sintomas da deficiência de iodo no organismo são os seguintes: bócio; condições tóxicas; crescimento retardado; deficiência mental; desenvolvimento sexual insuficiente; dores no coração; gosto de gordura na boca; intumescimento dos braços; pele pálida, seca e escamosa; pulso alternadamente lento e rápido; respiração curta e rápida; transtornos glandulares. O excesso dessa substância também causa o bócio.
As necessidades diárias de iodo são as seguintes: infância: de 0 a 6 meses – 40 microgramas (mcg = μg) (90**), de 7 a 11 meses – 50 mcg (135**); jovens de 1 a 3 anos – 70 mcg (75**), de 4 a 6 anos – 90 mcg (110**), e de 7 a 10 anos- 120 mcg (100**); sexo masculino e feminino a partir de 11 anos – 150 mcg (adultos** - 130); gestantes – 175 mcg (20**); e lactantes – 200 mcg.
O iodo é excretado 50% pela urina, 40% pelo suor e 10% pela umidade da respiração.
Eis alguns alimentos que contêm razoável proporção de iodo: agrião, alcachofra, alface, alho, cebola, cenoura, couve-flor, ervilha, aspargo, espinafre, fava, feijão, rabanete, tomate, e as plantas marinhas. Também são fontes de iodo: sal iodado e alimentos marinhos.
Magnésio: O magnésio entra na constituição da clorofila, por isso suas fontes principais são os vegetais folhudos verdes, de onde é retirado pelas secreções gástricas para ser absorvido pelo intestino. Sua excreção ocorre através da urina e das fezes.
No corpo humano, encontra-se na proporção de 0,045%. As ingestões de magnésio diárias recomendadas são: infantil – 30 mg (36**) até 6 meses e depois, até aos 12 meses – 75 mg (53**); jovens de 1 a 3 anos – 80 mg (60**), e depois, até aos 8 anos – 130 mg (4-6 anos** - 73; e 7-10** - 100); sexo feminino dos 9 aos 13 anos – 240 mg, dos 14 aos 18 anos – 360 mg, dos 19 aos 30 anos – 310 mg, e a partir dos 31 anos – 320 mg; sexo masculino dos 9 aos 13 anos – 240 mg, dos 14 aos 18 anos – 410 mg, dos 19 aos 30 anos – 400 mg, e a partir dos 31 anos – 420 mg; gestantes: até 18 anos – 450 mg, dos 19 aos 30 anos – 350 mg, e dos 31 aos 50 anos – 360 mg; e lactantes: até 18 anos – 360 mg, dos 19 aos 30 anos – 310 mg, e dos 31 aos 50 anos – 320 mg. [Obs: conforme ANVISA*: adultos (não há distinção de sexos ou idades) – 260 mg/dia; gestantes (não há distinção de idades) – 220 mg/dia; e lactante (não há distinção de idades) – 270 mg/dia.]
As funções do magnésio no organismo humano são:
- desempenha papel como co-enzima no metabolismo do fósforo, do cálcio, da vitamina C, do sódio e do potássio;
- ativa o metabolismo dos glicídios;
- exerce ação no controle da excitabilidade neuromuscular;
- combate a tensão nervosa; etc.
A falta de magnésio no organismo gera os seguintes sintomas: acidez, debilidade nos músculos abdominais, desejo de tomar bebidas azedas, desmaios, dor no pescoço e nos ombros, expectoração amarelada, gases intestinais, menstruação escassa, micção freqüente, neuralgias, olhos amarelos, prisão de ventre, tetania.
O excesso de magnésio no organismo humano produz respiração e reflexos (relativos aos tendões profundos) debilitados.
Leia sobre outros sais minerais na próxima postagem.
GRATO PELA VISITA.
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